quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Choco aula - Aprendendo fração com chocolate

A turma 1403, da professora Fernanda essa semana aprendeu noções de fração de uma forma muito especial: utilizando a divisão de uma barra de chocolate. Essa aula ficou na memória dos alunos. Todos curtiram muito e aprenderam de forma lúdica uma noção difícil e nova. Que delícia!!!
Confira:






Você sabe como surgiu o bairro de Irajá?

A nossa escola fica situada em Irajá. Você sabe como nosso bairro surgiu? Leia essa postagem:


Irajá é um bairro de classe média da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É cortado pela Avenida Brasil.

História

O significado da palavra irajá, segundo Teodoro Fernandes Sampaio, é o mel brota.

A região de Irajá, como quase todo o território do município do Rio de Janeiro, era habitada pelos índios tupinambás. Nos registros históricos disponíveis, no entanto, não há citação, da existência de aldeia ou tribo indígena com a denominação de ira-ia-já, maduriá ou vocábulo que possa ser a eles semelhantes, tendo Teodoro Fernandes Sampaio se referido ao vocábulo irajá e à abelha maduriá tendo como base a etimologia do nome de uma localidade homônima no sul do Brasil.

Irajá não é o nome original da região. A região entre os deságues dos rios atualmente chamados Irajá e Meriti era chamada, pelos nativos, de Mby-ry-ty, que permanece hoje como Meriti num rio, numa cidade e numa avenida da região. O nome Irajá (ira-ia-já) - Lugar que dá (faz) mel teve origem com os índios que ali foram empregados no trabalho dos engenhos de açúcar que, desconhecendo o produto, atribuíam ser semelhante a mel por ser coisa doce. Os primeiros colonos da região, como na antiga cidade de São Paulo, no seu coloquial usavam a língua geral compilada pelos jesuítas, motivo pelo qual o nome tornou-se usual.

O bairro teve origem na maior sesmaria do Rio de Janeiro, que ia de Benfica, passando por Anchieta, até Campo Grande. Ela foi recebida por Antônio de França em 1568, que, nela, fundou o engenho de Nossa Senhora da Ajuda. Um dos primeiros proprietários de terra da região foi o reverendo Antônio Martins Loureiro, fundador da igreja da Candelária. Ele as recebeu em 2 de abril de 1613. Por sua vez, Gaspar da Costa, em 1613, foi responsável pela construção da capela Barroca de Irajá.

O filho de Gaspar, em 30 de dezembro de 1644, instituiu a paróquia Nossa Senhora da Apresentação de Irajá e, posteriormente, foi seu primeiro vigário.

A paróquia veio a se tornar a igreja Matriz do bairro, confirmada por alvará de D. João IV em 10 de Fevereiro de 1647. Em 1625, o chamado campo de Irajá foi devidamente reconhecido como pertencente à câmara municipal. Em 1775, havia treze engenhos na região.

Durante o século XVII, Irajá foi um centro de abastecimento importante de alimentos e de material de construção. O que pode ser considerado como tradição do mercado local, por abrigar, por vários anos, a fábrica de cimento branco Irajazinho e a Central de Abastecimento do Rio de Janeiro, importante ponto de venda de gêneros alimentícios. Como outras sesmarias, a de Irajá foi desmembrada, moldando o mapa da cidade que hoje conhecemos. Atualmente, o bairro é, essencialmente, um bairro residencial. As famílias tradicionais do Irajá são: Bral, Campos, Gamas, Borges, Matos, Tavares e Esteves.



fonte: http://rhbjhistoria.blogspot.com.br/2011/11/rio-de-janeiro-especial.html







Veja como nossa sala de leitura trabalha com eficiência

Essa semana foram realizadas várias atividades legais na sala de leitura da Escola Municipal Francisco Sertório Portinho. Cada vez mais, os alunos frequentam e curtem essa sala de leitura que visa justamente incentivar o gosto pela leitura, expressão e produção de textos.
1. Veja a turma da tia Aline participando interativamente da leitura do livro "Alice no País das Maravilhas" :


2. A turma da tia Marilene teve uma atividade de leitura própria livre. E ficou envolvida e encantada com os livros encontrados e lidos!!!






3. A turma da tia Luciana também curtiu uma atividade de leitura livre e todos estavam felizes porque já sabem ler:












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