sábado, 17 de setembro de 2016

Você conhece a família Portinho?

Quem foi Francisco Sertório Portinho?
Francisco Sertório Portinho era gaúcho e casado com Maria Velasco Portinho, que era boliviana. Esse casal veio para o Rio de Janeiro, então Distrito Federal, ou seja, capital do Brasil, onde Portinho trabalhou como Superintendente da Limpeza Pública até sua morte. Teve 9 filhos, entre eles Carmen Portinho, que é a patrona de nossa sala de leitura. Não existe precisão entre a data de seu nascimento e sua morte, estima-se que tenha nascido entre os anos de 1849 e 1909. Em 1911 veio para o Rio de Janeiro com sua família, período em que o prefeito de nossa cidade era Bento Ribeiro, que governou de 16 de novembro de 1910 a 16 de novembro de 1914. Não encontramos fotos de Francisco Sertório Portinho.

Quem é Carmen Portinho?
Ela é a patrona de nossa Sala de Leitura. 


Carmen Velasco Portinho nasceu em 1903, em Corumbá, Mato Grosso. Durante a década de 1940 chefiou o Departamento de Habitação Popular. Posteriormente, dirigiu o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e a Escola Superior de Desenho Industrial, de 1967 a 1988. Carmen Portinho faleceu em 2001, aos 98 anos." 

Foi a primeira mulher no Brasil a obter o título de urbanista, pela Universidade do Distrito Federal, no ano de 1939. Defendeu a tese “A Construção da Nova Capital do Brasil no Planalto Central”. Engenheira e militante feminista, Carmen foi a primogênita de nove irmãos. Filha de Francisco Sertório Portinho, gaúcho, e de Maria Velasco, boliviana. Em 1911, seus pais vieram para o Rio de Janeiro, então Distrito Federal. Francisco trabalhou como superintendente da Limpeza Pública da capital até a sua morte.

Dona de um temperamento tenaz e corajoso, aos 21 anos Carmen se forma engenheira-geógrafa (1924) e aos 23 anos (1926) recebe o título de engenheira civil, ano em que ingressa na prefeitura do Distrito Federal, na diretoria de Obras e Viação. Foi a terceira mulher a se formar engenheira no país. Desde 1925, penúltimo ano do curso de engenharia, começou a dar aulas no Colégio Pedro II (matemática), fato que foi considerado um escândalo por ser uma mulher a ministrar aulas em um internato masculino. Na época, mesmo a interferência do ministro da Justiça não conseguiu demovê-la da cátedra. Carmem lecionou por mais três anos, quando então decidiu se afastar.

Em paralelo à sua profissão ela militou com entusiasmo nas décadas de 20 e 30 em defesa da conquista da cidadania feminina e do reconhecimento profissional das mulheres. Em 1919 participou junto com Bertha Lutz da organização do movimento sufragista. Foi atuante na Federação Brasileira pelo Progresso Feminino desde a sua fundação, tendo sido eleita vice-presidente. Em 1930 funda a União Universitária Feminina, sendo a primeira presidente, com o objetivo de resguardar os interesses femininos nas profissões liberais.


Wikipédia - https://pt.wikipedia.org/wiki/Carmen_Portinho




Passeio ao Planetário da Gávea

As turmas 1301 e 1302 tiveram um lindo passeio essa semana, foram conhecer o nosso sistema solar e os mistérios do universo no Planetário da Gávea. Foi um passeio muito legal. Até a tia Jussara e a tia Rosa Mary acharam o passeio sensacional. Veja quanta gente bonita!!!




















Veja o Planetário da Gávea por fora:





Lendo muito na sala de leitura - turma da tia Graciane

Nossa escola prioriza o processo de leitura e escrita, a turma da tia Graciane não perde uma oportunidade. Veja que lindos lendo pra valer!!!







quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Choco aula - Aprendendo fração com chocolate

A turma 1403, da professora Fernanda essa semana aprendeu noções de fração de uma forma muito especial: utilizando a divisão de uma barra de chocolate. Essa aula ficou na memória dos alunos. Todos curtiram muito e aprenderam de forma lúdica uma noção difícil e nova. Que delícia!!!
Confira:






Você sabe como surgiu o bairro de Irajá?

A nossa escola fica situada em Irajá. Você sabe como nosso bairro surgiu? Leia essa postagem:


Irajá é um bairro de classe média da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É cortado pela Avenida Brasil.

História

O significado da palavra irajá, segundo Teodoro Fernandes Sampaio, é o mel brota.

A região de Irajá, como quase todo o território do município do Rio de Janeiro, era habitada pelos índios tupinambás. Nos registros históricos disponíveis, no entanto, não há citação, da existência de aldeia ou tribo indígena com a denominação de ira-ia-já, maduriá ou vocábulo que possa ser a eles semelhantes, tendo Teodoro Fernandes Sampaio se referido ao vocábulo irajá e à abelha maduriá tendo como base a etimologia do nome de uma localidade homônima no sul do Brasil.

Irajá não é o nome original da região. A região entre os deságues dos rios atualmente chamados Irajá e Meriti era chamada, pelos nativos, de Mby-ry-ty, que permanece hoje como Meriti num rio, numa cidade e numa avenida da região. O nome Irajá (ira-ia-já) - Lugar que dá (faz) mel teve origem com os índios que ali foram empregados no trabalho dos engenhos de açúcar que, desconhecendo o produto, atribuíam ser semelhante a mel por ser coisa doce. Os primeiros colonos da região, como na antiga cidade de São Paulo, no seu coloquial usavam a língua geral compilada pelos jesuítas, motivo pelo qual o nome tornou-se usual.

O bairro teve origem na maior sesmaria do Rio de Janeiro, que ia de Benfica, passando por Anchieta, até Campo Grande. Ela foi recebida por Antônio de França em 1568, que, nela, fundou o engenho de Nossa Senhora da Ajuda. Um dos primeiros proprietários de terra da região foi o reverendo Antônio Martins Loureiro, fundador da igreja da Candelária. Ele as recebeu em 2 de abril de 1613. Por sua vez, Gaspar da Costa, em 1613, foi responsável pela construção da capela Barroca de Irajá.

O filho de Gaspar, em 30 de dezembro de 1644, instituiu a paróquia Nossa Senhora da Apresentação de Irajá e, posteriormente, foi seu primeiro vigário.

A paróquia veio a se tornar a igreja Matriz do bairro, confirmada por alvará de D. João IV em 10 de Fevereiro de 1647. Em 1625, o chamado campo de Irajá foi devidamente reconhecido como pertencente à câmara municipal. Em 1775, havia treze engenhos na região.

Durante o século XVII, Irajá foi um centro de abastecimento importante de alimentos e de material de construção. O que pode ser considerado como tradição do mercado local, por abrigar, por vários anos, a fábrica de cimento branco Irajazinho e a Central de Abastecimento do Rio de Janeiro, importante ponto de venda de gêneros alimentícios. Como outras sesmarias, a de Irajá foi desmembrada, moldando o mapa da cidade que hoje conhecemos. Atualmente, o bairro é, essencialmente, um bairro residencial. As famílias tradicionais do Irajá são: Bral, Campos, Gamas, Borges, Matos, Tavares e Esteves.



fonte: http://rhbjhistoria.blogspot.com.br/2011/11/rio-de-janeiro-especial.html







Veja como nossa sala de leitura trabalha com eficiência

Essa semana foram realizadas várias atividades legais na sala de leitura da Escola Municipal Francisco Sertório Portinho. Cada vez mais, os alunos frequentam e curtem essa sala de leitura que visa justamente incentivar o gosto pela leitura, expressão e produção de textos.
1. Veja a turma da tia Aline participando interativamente da leitura do livro "Alice no País das Maravilhas" :


2. A turma da tia Marilene teve uma atividade de leitura própria livre. E ficou envolvida e encantada com os livros encontrados e lidos!!!






3. A turma da tia Luciana também curtiu uma atividade de leitura livre e todos estavam felizes porque já sabem ler: